Isaac Jaló a escrever um poema à máquina na Rua Augusta, em Lisboa

Poeta e escritor em Lisboa

Isaac Jaló

Escrevo poemas à máquina, na hora, para quem passa na Rua Augusta. Cada um é único, datado e assinado.

Isaac Jaló junto à máquina de escrever, com poemas presos por molas na parede

Algo sobre mim

Sobre mim

Nasci em Lisboa em 1996, filho de imigrantes guineenses, e cresci na Amadora com uma bola nos pés. Queria ser futebolista. Troquei as chuteiras pela caneta.

Comecei a rabiscar com intenção aos treze anos e, três anos depois, publiquei o primeiro livro de poesia, Alma Perdida. Escrevi para uma rubrica do jornal Record, colaborei em publicações independentes como o Orpheu 3 e, em 2018, lancei o romance Islâmicos 14:38.

Hoje estou quase sempre na Rua Augusta, com uma máquina de escrever, a transformar nomes, palavras e momentos em poemas para quem passa.

-isaac jaló-
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Sobre a escrita

Foi aos 13 anos que o derradeiro interesse pela poesia surgiu em mim, com uma professora de português a descobrir o meu talento para a composição de versos.

Isaac Jaló a escrever um poema Isaac Jaló sobre Alma Perdida

As minhas obras

Livros

Romance, 2018

Islâmicos 14:38

Chiado Books, 454 páginas

Fatumata cresce numa família muçulmana, entre tradições marcadas a ferro e fogo e uma inocência que lhe é arrancada. Um romance sobre amor, fé, vontade e perseverança.

Poesia, 2013

Alma Perdida

Editora Universus, 52 páginas

O primeiro livro de poesia, publicado aos 16 anos: os versos de um miúdo da Amadora que trocou as chuteiras pela caneta.

Máquina de escrever com um poema acabado de escrever, sobre a calçada portuguesa da Rua Augusta

Arte nas ruas

Wisdom of Lisbon

Estou quase sempre na Rua Augusta com a minha máquina de escrever. Dás-me um nome, uma palavra ou um momento, e eu devolvo-te um poema escrito na hora, em português ou em inglês.

  1. Encontras-me na Baixa, entre o Arco da Rua Augusta e o Rossio.
  2. Dizes-me para quem é e o que queres guardar.
  3. Levas um poema único, datado e assinado.

Poemas datilografados

Uma seleção de folhas que já saíram da máquina. Na rua, ficam presas por molas, à espera de quem as leia.

Eventos e encomendas

Levo a máquina de escrever ao teu evento e escrevo, na hora, um poema para cada pessoa.

  • Casamentos, festas e despedidas

    Cada convidado leva um poema escrito para si, uma lembrança que ninguém deita fora.

  • Eventos de empresa e lançamentos

    Uma experiência diferente para clientes e equipas, com poemas sobre o momento, a marca ou a pessoa.

  • Poema por encomenda

    Um poema para alguém especial: um aniversário, um pedido, uma saudade. Datilografado e assinado.

  • Palestras e escolas

    Conversas sobre literatura, filosofia e o meu percurso, em escolas, bibliotecas e associações de todo o país.

Pedir um poema
Grupo de amigas numa despedida de solteira com um poema de Isaac Jaló na Rua Augusta

Onde
me
encontrar

na rua e online

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Na televisão e na imprensa

  • Jornal Record Crónicas de futebol Textos escritos a título voluntário para uma rubrica sobre o universo do futebol.
  • Orpheu 3 Publicação independente Colaboração na publicação de André Di Santo.

Palavras soltas

Crónicas

Todas as crónicas